O mercado de Natal (marché de Noël) de Arras

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Na França e nos países vizinhos, a partir de Novembro existe a tradição dos mercados de Natal. Tipicamente encontram-se nos mercados de Natal barracas onde se vendem artesanato, comidas típicas da região, bebidas e alguns divertimentos.

No fim de semana passado fui visitar o mercado de Natal de Arras que é um dos maiores da região. Gostei bastante da organização. Estacionámos num dos parques de estacionamento da periferia da cidade (que estava bem sinalizado) e apanhámos um autocarro (gratuito e que passava a cada 20 minutos) para o centro da cidade. Sem stress :).

Para terem uma ideia deixo-vos aqui algumas fotos que tirei com o telemóvel. Nas primeiras duas fotos, as ferramentas e objectos expostos são feitos de chocolate. Fiquei impressionado com o realismo.

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Nestes últimos tempos tenho estado bastante ocupado e embora tente sempre responder às vossas questões não tenho publicado novos artigos. Vamos ver se para o próximo ano consigo escrever com mais frequência.

Aproveito para desejar a todos os leitores deste blog um excelente e feliz Natal

VamosManel

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EasyJet company non grata

Uns amigos relataram-me as peripécias de uma das suas viagens com a companhia aérea EasyJet. Fiquei de tal forma revoltado que resolvi escrever este artigo.

Vamos aos factos:

Esses meus amigos (um casal com um filho) foram a Londres em Agosto deste ano. Ele teve que viajar em trabalho e aproveitou para ir com a família e ficar mais uns dias para visitar a cidade. Ele tinha bilhetes da classe Flexi (uma vez que viajava em trabalho) e a mulher e o filho tinham bilhetes da classe normal. Na viagem de ida, ele fizeram o check-in online e tudo correu bem.

No regresso devido à dificuldade de fazer o check-in online eles fizeram o check-in directamente no aeroporto. O check-in fez-se normalmente com a mulher e o filho, no entanto quando chegou à vez do marido disseram-lhe que existia um problema e deram-lhe um bilhete de avião sem número de lugar. A bagagem entretanto foi aceita e seguiu para ser colocada no porão do avião. Disseram-lhe para ver o problema no avião com a hospedeira de bordo.

Quando ele chegou ao avião a hospedeira simplesmente rasgou-lhe o bilhete e disse-lhe que ele ameaçava a segurança do avião pois tinha entrado no avião sem bilhete acusando-o de ter contornado a segurança. Podem imaginar a surpresa do meu amigo (e a irritação) face a essas acusações. A EasyJet simplesmente tinha feito overbooking e para não ter que pagar as consequências inventaram essa história mirabolante. A EasyJet declarou-os como personas non gratas para a empresa e eles foram levados para uma sala pela segurança onde tiveram que responder a um interrogatório. Depois de muitas perguntas eles lá conseguiram ir embora mas tiveram que comprar outros bilhetes de avião noutra empresa e não tiveram direito a nenhuma indemnização por parte da EasyJet.

Critico aqui também a atitude da segurança e administração do aeroporto. Ser acusado de colocar em perigo a segurança de um avião não deve ser uma atitude tomada de leve e deverá ser investigada de forma correta e objectiva. Esse tipo de acusações podem ter repercussões no futuro para as pessoas acusadas. O meu amigo disse-lhes que ele não contornou a segurança e que ele tinha tido um bilhete. Para averiguar a veracidade desses factos o meu amigo pediu que eles verificassem as gravações do sistema de vídeo-vigilância do aeroporto. Ele argumentou ainda que a bagagem dele foi aceite para ir para o porão do avião. Como a acusação envolveu a segurança do aeroporto, a administração deveria ter aberto um inquérito para esclarecer a situação ou no mínimo ter dado provas para ajudar o meu amigo a processar a EasyJet.

Este tipo de atitude da EasyJet é verdadeiramente desonesta e inadmissível. Eu até estava a pensar fazer algumas viagens a Portugal pela EasyJet (eles têm agora uma rota Lille – Lisboa) mas mudei de ideias. Prefiro pagar mais, a alimentar empresas com esse tipo de política. Se puderem pagar mais (às vezes até não é mais barato ou não é muito mais caro) aconselho-os a viajar com outras companhias (estou a pensar testar a nova modalidade low-cost da TAP). Se tiverem que viajar pela EasyJet e se lhes derem um bilhete sem número de lugar tirem ao menos uma fotografia do bilhete e tenham cuidado para que a hospedeira não fique com ele ou o rasgue.

Se puderem partilhar esta notícia eu agradeço. Se tiveram conhecimento de outro caso semelhante agradeço que me contactem.

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A invenção do século

Outro dia assisti a uma reportagem na televisão sobre a “feira de Paris”. A feira de Paris é um evento que ocorre anualmente no “parc des expositions de la porte de Versailles”. Entre a venda de sofás, acessórios de cozinha, ferramentas, etc… realiza-se na feira um concurso de invenções, o concurso Lépine de Paris. Desse concurso já saíram invenções famosas, tais como o aspirador, o ferro de passar a vapor, etc… A reportagem deste ano relembrou-me a reportagem do ano passado onde os repórteres acompanharam uma das invenções, um gerador eólico que segundo o inventor podia produzir energia sem vento…!?!??

O inventor do gerador (Jacques Pitoux) tem algum renome pois ele já ganhou duas vezes o concurso Lépine e tem várias patentes registadas. Segundo o inventor, o gerador podia produzir energia sem vento. Para o demonstrar, na reportagem viu-se o gerador no interior de uma casa, com as pás rodando e alimentando algumas lâmpadas. Na reportagem também se viu que tudo estava ligado a uma bela bateria de automóvel. O inventor disse que o gerador consumia 1 e produzia 10.

Fantástico, extraordinário, mirabolante, a solução para a crise energética, a grande invenção do século! Nem sei por que ele se deu ao trabalho de chamar o gerador de “gerador eólico” pois o ele produzia energia sem vento. Também não entendi porque é que ele precisou de uma bateria :). Se o gerador produzia mais energia que consumia então ele podia ser auto alimentado :).

Era realmente a revolução, a leis da física clássica teriam de ser modificadas, o mundo nunca mais seria o mesmo. É claro que à vista dessa revolução, o inventor conseguiu logo um patrocínio de 20 000€ dado pela família Cattier (produtores de champagne).

Como não há bela sem senão, um dos elementos do júri do concurso, um engenheiro (um desmancha prazeres), pôs em causa a invenção e pediu um balanço energético (não sei para quê 🙂 ). O resultado é que o grande inventor não ganhou o concurso e acabou por ter que se contentar apenas com uma pequena medalha dada pela associação dos inventores e fabricantes franceses (AIFF). Encontram a referência a essa medalha clicando aqui.

Tenho a dizer ao Monsieur Jacques Pitoux que essa ideia de um gerador que produz mais energia do que consome não é nova. Por exemplo:

Na altura da guerra do Golfo, em plena crise energética, eu almoçava de vez em quando num restaurante bastante convivial (podíamos almoçar com pessoas desconhecidas na mesma mesa). Num desses almoços, e estando eu a conversar sobre a crise energética com um colega, um dos nossos companheiros de mesa disse-nos que eles não solucionavam a crise energética por que não queriam. Perguntámos então qual era a solução. Ele disse-nos que bastava ter um motor eléctrico com um alternador que carregava uma bateria e que por sua vez a bateria faria funcionar o motor. Explicámos-lhe que a energia fornecida pelo conjunto motor/alternador não era suficiente para carregar a bateria e que a bateria acabaria por se descarregar. Ele disse-nos: “Hahh, basta colocar um alternador mais forte”. Tentámos explicar-lhe o que era o rendimento de um motor/gerador e que era não era possível produzir mais energia que a consumida quando ele nos interrompeu irritado “que é que vocês fazem? Olhem que eu sou mecânico da Carris e sei muito bem o que estou dizendo” :).

Bom, para não irritar mais o nosso companheiro de mesa acabámos por não desenvolver mais o assunto. A diferença em relação à França é que o nosso inventor português não teve uma ajuda de 20 000€ para financiar a sua ideia (falta de produtores de champagne em Portugal?).

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Impostos – Preencher a declaração na França

Como tenho recebido muitas questões em relação ao preenchimento da declaração para os impostos na França resolvi escrever este artigo relativo ao preenchimento da declaração de impostos.

Para ilustrar o preenchimento dou aqui um exemplo relativo a um casal com dois filhos menores. Ambos os cônjuges trabalham e declaram rendimentos.

O formulário principal da declaração é o 2042 que se pode visualizar na declaração em linha ou então pode-se preencher directamente na versão impressa (encontram o formulário no formato pdf clicando aqui)

Para aumentarem uma imagem basta fazer um clique duplo sobre ela.

Senão for a vossa primeira declaração a maioria dos campos já estão preenchidos na versão que deverão ter recebido em papel ou então no formulário em linha.

Nota: No caso de um casal, deverão preencher a declaração como dois declarantes mesmo que um deles não tenha tido rendimentos.

Página 1 – Número fiscal e primeira declaração

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Se for a vossa primeira declaração:

Como não têm ainda a informação para poderem se inscrever em linha, terão que entregar a versão em papel (recomendo que enviem a declaração por correio registado). No formulário, coloquem uma cruz no quadrado adjacente a “Vous déposez une déclaration pour la première fois” e deixem os outros campos (FIP, N° Fiscal) em branco.

Quando se trata da primeira declaração é necessário juntar comprovativos da morada. A página 5 do formulário dá as instruções que resumindo são as seguintes:

  • Se morar em casa alugada: Entregar cópia do contrato de arrendamento da vossa residência (em 31/12/2015).
  • Se estiver a morar gratuitamente em casa de alguém: Entregar cópia do último “avis de taxe d’habitation” ou “avis de taxe foncière” ou contrato de arrendamento da pessoa que o está alojando. Entregar também um atestado de hospedagem (o modelo encontra-se na página 6)
  • Se estiver morando num hotel: Entregar atestado de hospedagem passado pelo gerente do hotel onde residia a 31/12/2015.

Se não for a vossa primeira declaração esses campos deverão preencher o N°FIP e os números fiscais de cada um dos declarantes. Esses números estão indicados nos “Avis d’impôt” que recebemos ao longo do ano.

Página 1 – Dados pessoais

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Deverão preencher os dados pessoais de cada declarante (nomes, data de nascimento, naturalidade, telefone, mail e morada no dia 1 de Janeiro de 2016)

Nota: No “Lieu de naissance” é pedido o departamento. Para quem nasceu fora da França deverá colocar o número 99

Se tiverem mudado de residência em 2015 ou 2016 (em relação ao dia 1 de Janeiro de 2016) deverão indicar essa mudança de endereço na parte “Changements d’adresse”.

Página 1 – Audio visual e assinaturas

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Deverão colocar uma cruz no quadrado 0RA na rubrica “Contribution à l’audiovisuel public” unicamente se não tiverem nenhuma televisão na vossa residência (ou residências) em França.

Na versão em papel deverão colocar o local a data e assinar por baixo (ambos os declarantes).

Página 2 – Situação familiar e filhos

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Na parte “A I Situation du foyer fiscal en 2015” deverão marcar se estão casados (marié), divorciados, viuvo(a), solteiro/a (célibataire) ou em união de facto (Pacs).

Se morar sozinho(a) com os filhos deverá colocar uma cruz no quadrado T (debaixo da rubrica “B I Parent isolé”).

Os filhos são declarados na rubrica “C I Personnes à charge en 2015”. Colocar o número de filhos no quadrado F e o ano de nascimento de cada um nos rectângulos ao lado de “Année de naissance”.

Página 3 – Declaração dos rendimentos

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Na parte “Revenus d’activité” colocar os rendimentos profissionais para cada declarante.

Esses rendimentos correspondem ao “net imposable”, o montante encontra-se descriminado na folha de salário. Como é um valor acumulativo, o valor total encontra-se na folha de Dezembro de 2015. Se tiver tido mais que um emprego então terá que somar o “net imposable” indicado na última folha de salário recebida de cada emprego.

Se tiveram outros rendimentos sujeitos a impostos (subsídio de desemprego, pré-reforma) deverão colocá-los na parte “Autres revenus imposables”.

Para quem quiser a declaração com despesas reais (utilizado principalmente para quem faz muitos quilómetros para se deslocar para o trabalho) pode colocar essas despesas na parte “Frais réels”.

Na mesma página existem também outra parte para declarar as reformas e rendimentos bancários (revenus des valeurs et capitaux mobiliers). Na parte “Revenus fonciers” pode-se indicar rendimentos ligados ao imobiliário.

Página 4 – Deduções e declaração de contas bancárias no estrangeiro

Na França não se podem deduzir juros de empréstimos bancários e medicamentos como em Portugal. Nas partes “6 I Charges déductibles” e “7 I Reductions et crédits d’impôt” podem-se colocar as despesas onde se pode ter alguma redução de impostos (pensões alimentares, planos de poupança reforma, cotizações sindicais, despesas para guardar as crianças, etc…)

Na parte « 7 I Réductions et crédits d’impôt » deverá indicar o número de filhos a estudar no “Collége”, “Licéé” ou Ensino superior (a escola primária não é considerada “collége”).

Finalmente se tiver contas no estrangeiro (por exemplo em Portugal) deverá colocar uma cruz no quadrado 8UU (no fim da página, à direita) e entregar o formulário 3916 preenchido para cada conta (pode-se entregar também uma lista de contas num papel). Para preencher o formulário 3916 podem seguir as minhas instruções no artigo: https://vamosmanel.wordpress.com/2014/05/06/a-declaracao-de-impostos-na-franca/

 

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Natal em Portugal

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Reservei hoje um pouco de tempo para escrever este artigo sobre o meu Natal em Portugal.

Os franceses são generosos com as férias (na realidade acho que exageram). Temos normalmente 25 dias de férias onde se acrescentam mais uns dias de RTT o que perfaz pelo menos (no meu caso) mais de 30 dias úteis por ano. Os dias de RTT correspondem a dias de compensão pelas horas trabalhadas em excesso por semana em relação às 35h semanais estipuladas pela lei. No meu caso eu trabalho oficialmente 37,5h por semana (na realidade trabalho bastante mais) e as 2,5h extras são depois transformadas em dias de férias, as RTT. Desta forma consigo tirar 3 semanas de férias no verão, duas semanas no Natal e ainda me sobram dias de férias J (vive la France).

Aproveitei a minha ida a Portugal para trocar o meu bilhete de identidade pelo cartão do cidadão. Para ser mais rápido dirigi-me ao Campus da Justiça em Lisboa. Antes de ir certifiquei-me que tinha o BI, o cartão de contribuinte e o cartão da segurança social. Quando fui atendido apresentei o meu BI e a confusão começou. A funcionária: – O senhor ainda é solteiro? Eu: – Eu sou casado, casei-me na França mas o meu casamento foi reconhecido em Portugal, ele até consta na certidão de nascimento. A funcionária: – Mas aqui você está como solteiro. Eu: -Não pode ser, algo deve estar errado. A funcionária: – O senhor não é o XXXX? Eu: – Mas esse é o meu filho…ele realmente é solteiro, tem 7 anos J. Conclusão: Para uma inscrição numa piscina eu utilizei o meu BI e depois acabei por deixá-lo na mochila. Quando verifiquei a minha carteira, eu vi um BI, só que era o BI do meu filho que andava por lá esquecido (eu ando com o cartão do cidadão dele). A funcionária acabou por aceitar os meus papéis com a condição de apresentar o meu BI quando fosse levantar o cartão do cidadão. Tudo acabou por correr bem e tenho que deixar aqui o meu elogio pela paciência da funcionária.

Deixo-vos aqui algumas fotos do meu turismo em Portugal deste Natal (Óbidos, Nazaré, Vila Franca de Xira, Grutas de Mira de Aire e Fátima):

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Bom Natal e um excelente 2016 para todos

Ultimamente tenho estado muito ocupado e por essa razão tenho publicado poucos artigos. Como dou uma aula sobre controlo e automatismos ferroviários para um mestrado na área ferroviária, convidaram-me para escrever um capítulo sobre esse assunto para ser incluído num livro técnico sobre comboios (“trens” para os leitores brasileiros). Como aceitei o desafio tenho estado bastante ocupado (juntamente com outras coisas) a escrever em francês o meu capítulo. Na realidade o “livro”está dividido em 3 volumes. O meu capítulo será inserido no terceiro volume que deverá sair em 2016. O primeiro volume já foi publicado (podem encontrá-lo clicando aqui). Os três volumes são escritos por engenheiros de várias nacionalidades, alguns escrevem em inglês e outros como eu directamente em francês. Como podem imaginar para um estrangeiro não é fácil escrever em francês, escrever num estilo literário é ainda pior e acrescentando que não tenho uma grande vocação para línguas, então como diz a minha esposa com as suas expressões brasileiras… “a coisa está brava”. Felizmente, o texto é depois verificado por um revisor francês e assim a coisa passa :).

De qualquer forma, mesmo com a falta de tempo, tento pelo menos responder aos vossos comentários e questões. Para o ano, quando estiver mais disponível tentarei ser mais activo com este blog.

Desejo a todos boas festas, um bom Natal e um excelente novo ano. Para aqueles que estão emigrando ou para aqueles que já emigraram o desejo de boa sorte e coragem (como os franceses dizem “bon courage”).

VamosManel

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Exposição de Lego

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No fim-de-semana passado tivemos em Valenciennes uma exposição de Lego organizada por uma associação do norte da França de entusiastas pelas construções com Lego (http://www.chtilug.fr/).

Peguei no filhote e fomos ver a exposição e tanto o filho como o pai passaram lá umas agradáveis horas. Uma das construções mais impressionantes era a de um enorme porta-aviões americano modelo CVN 70. Ele começou a ser construído em 2010 (e ainda está em construção), tem 7,2 m de comprimento, 1,1 m de largura e pesa 530 kg….impressionante!

No meio das construções mais densas os expositores escondiam alguns bonecos para que as crianças tentassem descobrir onde eles estavam, fazendo um jogo tipo “onde está o Wally (em francês: Où est Charlie)” mas tridimensional. O meu filho passou um bom momento tentando encontrar os bonecos.

Deixo-vos aqui algumas fotos.

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